kit de tags
Tags que ela cola no berço, no trocador e na poltrona: encostou o celular, o diário do bebê se preenche.
Sem abrir app, sem criar conta, com uma mão só e o bebê no colo. Funciona pro papai, pra avó e pra cuidadora também.
O kit chega numa caixinha pronta pra presentear, com cartão pra escrever sua mensagem. Ela abre, cola as tags e está usando no mesmo dia — zero configuração.
O pediatra pergunta os números da rotina. A tag fica onde o cuidado acontece — e o gesto é um só.
Berço, trocador, poltrona de amamentar, banheira. Adesivo, sem furar nada, sem bateria.
Encosta o celular, toca no aviso, pronto. Uma mão só, bebê no colo. Entra com a hora certa, e se encostar duas vezes o app ignora a repetida.
Timeline compartilhada em tempo real e relatório pronto pra levar na consulta do pediatra.
Cola onde o cuidado já acontece — a tag fica ali, esperando o toque. Vem tudo no guia impresso, mas o segredo é esse:
Encosta o celular com o bebê no colo, uma mão só.
Ao deitar pra dormir, um toque marca o início da soneca.
Trocou, encostou. Xixi e cocô entram com hora certa.
Fora da água, num cantinho seco. Só encostar depois.
Sobram uma tag de remédio pra deixar onde ficam os cuidados e uma tag livre pra família inventar o uso.
O app vem junto, é grátis pra sempre e não tem anúncio. Ele já está pronto e funcionando — a tag é só o jeito mais rápido de alimentá-lo. As telas abaixo são do app de verdade.
A primeira coisa que ela vê às 7h: quanto dormiu, quantas vezes acordou, o maior trecho seguido e as amamentações da madrugada.
Cada registro fica com o nome de quem fez. A casa toda vê a mesma lista, em tempo real, sem ninguém precisar avisar no WhatsApp.
Fraldas molhadas por dia, maior intervalo entre amamentações, sono da noite separado das sonecas — um toque copia o texto pro WhatsApp do pediatra.
Lembrou meia hora depois? Toca na hora e ajusta. Encostou sem querer duas vezes? O app já ignorou a repetida.
Funciona no navegador e dá pra instalar na tela de início do celular. Sem loja de aplicativo, sem cadastro, sem mensalidade.
Você convida quem cuida por um link. A avó, o pai, a babá — cada um encosta o celular e o registro entra na mesma linha do tempo, na hora. Sem grupo de WhatsApp pra avisar “mamou às 3h”.
Antes de existir kit à venda, algumas famílias amigas colaram as tags em casa e usaram no dia a dia. O que elas contaram:
“Comecei meio cético, mas me surpreendeu. Não precisei configurar nada: é só encostar na tag e a amamentação do Leo é registrada na hora. Facilita demais de madrugada.”
“Quando os avós vêm cuidar da Sofia, não precisam de celular moderno nem de configuração nenhuma. Qualquer aparelho com NFC lê a tag e anota a troca de fralda.”
“De madrugada a gente mal abre o olho. Só aproximo o celular do berço e o sono do Miguel já fica registrado — sem caçar app.”
“Eu tentava usar os atalhos e o botão de ação do celular, mas sempre dava trabalho. Com as tags da Alice, acabou: é encostar e registrar.”
“Funcionar só por aproximação ajudou a gente a nunca mais esquecer de anotar as sonecas do Theo.”
Relatos de famílias que testaram a versão beta com tags gravadas à mão, antes de existir kit à venda. Publicados com autorização. Ainda não temos histórico de vendas — quando tivermos, os números entram aqui.
Os apps mais usados cobram assinatura — de R$ 100 a R$ 800 por ano, e o registro rápido costuma ficar no plano pago. O BabyTag inverte: você paga a tag uma vez e o app é grátis pra sempre.
Sem mensalidade, sem anúncio, sem plano pago escondido. Um enxoval custa R$ 3 a 6 mil — isso aqui é o presente de R$ 179 que ela usa todo dia.
A avó encosta o celular e o registro entra no diário da família. Quem cuida sem ser a mãe nunca instala app — aqui não precisa.
Pegar o celular, destravar, achar o app, achar o botão: é aí que as pessoas desistem e registram só metade da rotina.
Procuramos e não achamos outro kit de tags pra diário de bebê à venda, nem no Brasil nem fora. Quem quer isso hoje monta na mão, com Atalhos do iPhone.
Com cartão pra sua mensagem e guia pra ela começar em 5 minutos. O app continua grátis pra sempre.
As que a gente mais recebe no WhatsApp — respondidas sem enrolação.
Ficou outra dúvida? Chama no WhatsAppFunciona em qualquer celular com NFC — todo iPhone desde o XR e praticamente todo Android dos últimos anos. É a mesma tecnologia do pagamento por aproximação: se o celular paga encostando na maquininha, ele registra encostando na tag.
Não. Quem está com o bebê só encosta o celular na tag e o registro entra no diário da família, com hora certa e o nome de quem registrou. Sem baixar app, sem criar conta, sem senha.
As tags já chegam gravadas e identificadas por ícone. É colar onde o guia indica e encostar o celular na primeira — o diário da família se cria nesse momento. Menos de 5 minutos, com passo a passo impresso.
Não. O app ignora toques repetidos em sequência, e qualquer registro pode ser corrigido ou apagado depois. Às 3 da manhã ninguém precisa conferir se gravou.
Não — segura firme mas sai sem deixar marca nem tirar tinta. E a tag não tem bateria nem eletrônica: não esquenta, não emite nada sozinha e pode ficar perto do bebê sem preocupação.
No diário da família, visível só pra quem a família convidar. Não vendemos dados, não mostramos anúncio e seguimos a LGPD — rotina de bebê é dado sensível e tratamos como tal.
Grátis pra sempre, sem plano premium escondido. A conta fecha na venda do kit — por isso não existe mensalidade, nem vai existir.
O diário e os relatórios continuam da família pra sempre. As tags podem ser regravadas pra outro uso — ou viram presente pra próxima mamãe do grupo.
Avisamos sobre novidades e quando chegarem novas tags. Sem spam — só o que importa.
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